ADAS – não pense que é uma doença, é o caminho para a “condução pilotada” do amanhã.

Uma ajuda para os motoristas sempre quando e onde eles precisarem.

ADAS Fahrerassistenzsysteme in der Automobilindustrie

O nome soa ser uma doença: ADAS. Mas não tem nada a ver com isso.  Muito pelo contrário, é possível insinuar exatamente o contrário: o sistema ADAS, Sistema Avançado de Assistência ao Motorista, é uma ajuda para o motorista, sempre quando e onde este a precisar.

Imagine você entrando num veículo e este te levando de forma segura a um determinado destino, sem que você tenha que intervir ativamente. O que a alguns anos atrás era considerado ficção ou loucura, desenvolveu-se para uma tendência tangível, e tem um papel cada vez maior na indústria automobilística. Os sistemas de assistência ao motorista, denominado ADAS, hoje em dia já oferecem soluções para o uso diário.

Enquanto a condução autônoma é enfatizada pela mídia, são apresentados cenários para o futuro e de um lindo novo mundo. Poucas pessoas se preocupam sobre o desenvolvimento destes novos sistemas. Quem vai garantir ao condutor a segurança necessária? Como é possível validar um desses sistemas? Como podemos ter certeza que os sistemas ADAS como fases preliminares irão funcionar para a condução autônoma em todos os países – não somente em perfeitas estradas alemãs, mas também na agitação de uma megacidade?

Para muitas pessoas ainda é difícil de imaginar não precisar mais dirigir pessoalmente, mas entregar a responsabilidade total a diversos sistemas. Tarefa clara para a EDAG: Preocupar-se em que a confiança nestes sistemas seja justificada. E que estes também funcionem em situações difíceis, seja onde e quando for.

Tudo é uma questão de validação

Os sistemas de assistência ao condutor devem facilitar a condução ou mesmo automatizá-la. Situações de condução podem receber apoio eletrônico e decisões podem ser facilitadas ou até mesmo entregues por completo. Os comandos mais conhecidos chamam-se Assistente de Frenagem, Sistema de Controle de Pressão dos Pneus, Controle Adaptativo de Distância e Velocidade (ACC), Assistente de Manobra e Estacionamento (estacionamento automático), Assistente para os Pontos Cegos, Câmera de Marcha Ré, Reconhecimento da Sinalização de Trânsito, Câmera de Múltiplas Funções (MPC), etc.

Estes ajudantes realizam na prática aquilo que prometem na teoria, é uma questão de validação – um teste e posteriormente sua validação. Aqui cada vez mais clientes OEM (Original Equipment Manufacturer) confiam nos especialistas da EDAG. Checamos, verificamos e investigamos exaustivamente os sistemas ADAS em diversos setores e informamos melhorias concretas.

Outros países, outros costumes – por isso os comandos eletrônicos não são iguais para todos os lugares.

Antes da aplicação de um sistema ADAS é necessário verificar alguns quesitos, entre outros, verificar em qual país o sistema será utilizado e em qual modelo de veículo será integrado. Outro tema importante no lançamento é o cumprimento das normas locais. Como diz um ditado: “Outros países, outros costumes”.

O Assistente para os Pontos Cegos, por exemplo, nos EUA funciona por meio de radar, na Alemanha ele já é mais usado com um sistema de ultrassom, sendo uma tecnologia com confiabilidade parecida, porém com custo reduzido. Mas os países não se diferenciam apenas por causa das regras e regulamentos, mas também pelos seus valores e normas sociais. Isso pode ser bem exemplificado pelo Controle Adaptativo de Distância e Velocidade (ACC). Esse sistema ACC depende do comportamento do condutor ao dirigir, que muda nos diferentes países, e devido a isso precisa ser adaptado. Como a experiência nos ensina, os motoristas dos EUA freiam e aceleram de forma mais suave e lenta, já os motoristas alemães freiam e aceleram muito mais rápido. Neste contexto, a EDAG verifica quais são os testes necessários e realiza-os independentemente.

Poupar dinheiro com uma ferramenta de software da EDAG

Dirigir – frear – dirigir – frear – é difícil de imaginar, pois os testes de pulsos de aceleração ou desaceleração soam ser simples, mas na prática eles são exigentes e dispendiosos. Um denominado robô de frenagem é utilizado para fazer este tipo de verificações de segurança. Um procedimento complicado, para o qual os especialistas da EDAG acharam uma alternativa inteligente: uma ferramenta de software desenvolvida por eles simula a unidade de controle ACC (inclusive plausibilidades como soma de verificação dinâmica, Rolling Counter) e assegura que requisitos de frenagem definidos e reproduzidos sejam executados, a fim de validar o desempenho do veículo.

Nesse meio tempo a ferramenta de software se estabeleceu e é usada no mundo todo.

Teste de desempenho para validar o Assistente de Sinalizações de Trânsito

Objetivo: Redução de tempo e custos. Outro exemplo demonstra de forma impressionante com quais métodos é possível realizar de forma mais eficiente esse tipo de validação.

Pelo lado técnico há duas possibilidades de realizar um sistema desses. O dispositivo de navegação, com ajuda de um localizador, pode determinar as sinalizações de trânsito atuais, ou, através de uma câmera no para-brisa, que tem um software de reconhecimento de imagens implantado, que reconhece placas e as avalia. .

Todos nós já passamos por isso: você pega o carro e sai da cidade utilizando uma estrada e fica distraído olhando a rua. Não demora muito e você se questiona: Será que já posso dirigir a 100 km/h? Ou será que lá tinha uma placa informando o limite de 80 km/h? Logo em seguida já aparece o primeiro radar e você reduz a 60 km/h, só para garantir! Aqui o Assistente de Sinalizações de Trânsito deve ajudar. Um recurso útil que agora já não pode mais faltar num sedan de classe média. Ele reconhece placas de trânsito e passa as últimas informações relevantes ao motorista.

As duas possibilidades são usadas na indústria automobilística. Os especialistas de assistência ao motorista da EDAG têm como tarefa verificar se é possível combinar de forma inteligente essas duas possibilidades. É importante verificar o ganho real e determinar quando os dados do dispositivo de navegação realmente foram úteis, redundantes ou até desnecessários.
A solução aqui também é um desenvolvimento próprio. Uma ferramenta de software registra com ajuda de uma webcam todos os testes de trajetos realizados. Quando esses denominados testes de desempenho finalizam, o software da EDAG julga automaticamente se o sistema de assistência ao condutor do veículo tomou a decisão certa, ou se há necessidade de melhorias. Isso não é apenas uma ajuda para sintonizar as duas abordagens tecnológicas, GPS e reconhecimento de imagens, mas também para poder determinar em quais ritmos as placas de trânsito devem ser mostradas. Já que no final das contas não faz sentido mostrar toda a selva de placas pelas quais os veículos passam.

E enquanto os desafios do Assistente de Sinalizações de Trânsito já estão quase todos resolvidos, a EDAG já esta desenvolvendo a próxima ajuda: Verificação Automática de Sistemas para Estacionar. Com sensores de distância a laser e automação de testes, o posicionamento no estacionamento de um veículo pilotado deve ser compreendido e com isso deve ser checado o desempenho do sistema de estacionar. Se vai ser possível descer bem de um carro depois que o mesmo estacionar sozinho é apenas uma das questões que ainda precisam ser validadas.

futuro da “condução pilotada”

Através do desenvolvimento de diferentes sistemas ADAS há mais avanços na condução pilotada. Aqui a fusão dos sensores entre eles mesmos tem um papel cada vez mais importante. Hoje em dia já é possível juntar o ultrassom, sensores de radar e sensores ópticos em rede para conseguir ter uma imagem ainda melhor do seu ambiente. Um ganho real que vai ser utilizado em diversos features do veículo. Features que passam cada vez mais as responsabilidades das pessoas para a tecnologia, com o objetivo de fazer a direção ser mais relaxante e segura.

Sendo fabricante destes sistemas e features vale a pena ter um parceiro ao seu lado que, além de validar esses tipos de sistemas de assistência, também tenha o conhecimento necessário nas áreas de desenvolvimento de veículos e da segurança ativa/passiva. Pois quanto mais pertos chegamos à condução autônoma, mais complexas e desafiantes vão ficar as intervenções no Controle Dinâmico de Chassis ou no Controle do Motor.